terça-feira, 21 de dezembro de 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

OS PAINÉIS DE AZULEJO DA INFANTE SANTO

Os painéis de azulejos da Av. Infante Santo, há mais de 6 anos que esperam reparação, continuando a ser feito o selvático levantamento que as fotos patenteiam e a verificar-se a degradação do espaço envolvente que apenas o desleixo e e má gestão dos responsáveis permitem. Por certo não lhes importará, aos responsáveis por este pelouro, que esses painéis de azulejos sejam da autoria de grandes nomes das artes portuguesas - Júlio Pomar, Alice Jorge, Sá Nogueira, Carlos Botelho... ou então, uma vez que a restauração do painel assinado por Maria Keil levou cerca de 3 anos e, logo de seguida, foi vandalizado, repensaram a situação e, para calar o pagode, continuam eles a dizer que estão a fazer o levantamento da situação, que continuamente piora, já que permite que outros continuem a fazer outra espécie de levantamento... Outros blogues já falaram desta tão lamentável situação, de que eu nem falaria se não tivesse por lá passado e ficado, eu e a minha objectiva, tão indignada com o que vi... é que, para meu sossego, resolvi de há tempos a esta parte, fingir que ignoro que trabalhei todos estes anos para construir um país melhor e, a final, a Alice desse imaginário País das Maravilhas que sonhei vive num país entregue à bicharada que pouco mais ou menos se assemelha ao do Ali Baba e os 40 ladrões...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Rua dos CEGOS

I.P.

Parece que o registo de azulejos seiscentista já lá estaria antes de 1930... se bem percebi!...

"Numa casa de ressalto quinhentista, rara na Lisboa pós terramoto, encontra-se aplicado a cópia de um registo de azulejos seiscentista, realizada por volta de 1930. Trata-se de uma peça policroma, sobre fundo branco, tendo representada uma custódia (alusão à Eucaristia), ladeada por dois anjos. O exemplar original pode ter constituído o elemento central de um frontal de altar reaproveitado, sendo paradigmático a passagem da peça, do espaço sagrado para o espaço profano. Os painéis daquela centúria são geralmente pintados por artesãos sem escola, tendo os desenhos contornos a manganês. Apesar da figuração ser ingénua, o cromatismo vincado destas composições torna-as bastante expressivas. Geralmente estes registos integram molduras simples e geometrizantes." Museu da Cidade

domingo, 5 de dezembro de 2010

MIGUEL BOMBARDA

I.P.

Retrato do Homem que deu nome ao Hospital que, parece, vai encerrar até ao fim do ano. De facto, há muito que os loucos já para lá não vão!...