Há dias deu-me a curiosidade para ir ver como está agora o que terá sido "O restaurante mais típico da capital", onde se ouviram conceituados fadistas. Localizava-se o referido estabelecimento, que levava o pomposo nome de "Solar do Duque", no nº 20 do Regueirão dos Anjos
logo ali, portas meias com a Av. Almirante Reis, e o que encontrei foi apenas este portão verde onde não se vislumbra o mais ténue traço de algum passado feérico...sábado, 30 de abril de 2011
"Solar do Duque"
quinta-feira, 28 de abril de 2011
CAMÕES - AMÁLIA - FADO - TRADIÇÃO
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Pró Arte
I.P.
Malhoa, "O Fado"- "o mais português dos quadros a óleo"- para ouver aqui e o seu dedicado amigo e admirador Cruz Magalhães
quarta-feira, 20 de abril de 2011
A TOMBOLA DAS AMENDOAS
terça-feira, 19 de abril de 2011
Estações...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
CINE-REX - NOITE CRISTALINA
sábado, 16 de abril de 2011
NUTRICIA DE LISBOA
(I.P.)
A leitaria modelo do Campo Grande, Malpique, fabrica e comercializa um produto inovador - "o leite homogenisado e esterilisado". Para que conste - em 1911 havia, em Portugal, quem já se preocupasse com as questões de higiene e segurança alimentar...
sexta-feira, 15 de abril de 2011
S. CARLOS
quinta-feira, 14 de abril de 2011
ARRABALDES DE LISBOA
terça-feira, 12 de abril de 2011
Ícones de Lisboa
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
À Calçada da Glória
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A Escola Franceza de Lisboa...
terça-feira, 29 de março de 2011
Feira da Ladra
domingo, 27 de março de 2011
PRAÇA DA FIGUEIRA
I.P.
É este o segundo verbete que dedico a este local tão especial da Cidade onde, outrora, existiu o Hospital Real de Todos os Santos e, posteriormente, um dos mais importantes mercados de Lisboa. Foi precisamente nesse Mercado que trabalhou, numa banca de venda de aves, uma das consagradas fadistas - Natália dos Anjos - que dessa sua "pátria pequenina" se despede com este fado que, espero, apreciem tanto como eu.
"E quem passar junto à Praça da Figueira / Há-de sentir uma saudade, uma tristeza / Ao recordar a alegria verdadeira / Que há nos mercados desta terra portuguesa / E nessas noites em que o povo folgazão / Andar nas ruas para os Santos festejar / Talvez lá veja um manjerico ou um balão / Ou talvez oiça a minha voz a soluçar"



















