domingo, 27 de novembro de 2011
O João Semana
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
SANTA LUZIA
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
À Calçada do Moinho de Vento...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Na Rua da Alegria...
sábado, 12 de novembro de 2011
APELES ESPANCA
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Quiosque
Quem passa pelo Largo da Estrela por certo há-de reparar no estado deplorável em que se encontra este quiosque
demais, num local onde, diariamente, circulam imensos turistas que, assim, não levarão de nós grande imagem...
Em 1908, a paisagem era assim
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Um Olhar...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Galeria de Arte Urbana
A pé ou de elevador, Calçada da Glória acima, Calçada da Glória abaixo...
Saiba mais acerca desta Mostra de Arte Urbana - 2011, aqui e aqui
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
BIBLIOTECA NACIONAL
D.P.
"A Biblioteca Nacional de Portugal adquiriu, em leilão organizado pelo Palácio do Correio Velho - que decorreu entre 11 e 13 de Abril de 2011 -, um conjunto de cinquenta e seis fotografias (E.A. 289 P.) referentes à história da própria Instituição..." (Daqui)
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
FADO DO CAMPO GRANDE
D.P.
Ao evocar o início de carreira de António Vitorino de Almeida, não podia deixar de lembrar esta sua belíssima composição, que tão bem casa com a letra da autoria do magistral Ary dos Santos e que Carlos do Carmo muito bem interpreta, acompanhado pela orquestra regida pelo Mestre.
A minha velha casa / por mais que eu sofra e ande / é sempre um golpe de asa / varrendo um Campo Grande / Aqui no meu país / por mais que a minha ausência doa / é que eu sei que a raiz de mim / está em Lisboa / A minha velha casa / resiste no meu corpo / e arde como brasa / dum corpo nunca morto / A minha velha casa / é o regresso à procura / das origens da ternura / onde o meu ser perdura // Amiga amante amor distante / Lisboa é perto e não bastante / Amor calado amor avante / que faz do tempo apenas um instante / Amor dorido amor magoado / e que me doi no fado / Amor magoado amor sentido / mas jamais cansado / Amor vivido é o amor amado // Um braço é a tristeza / o outro é a saudade / e as minhas mãos abertas / são o chão da liberdade / A casa a que eu pertenço / viagem para a minha infância / é o espaço em que eu venço / o tempo da distância / E volto à velha casa / porque a esperança resiste / a tudo quanto arrasa / um homem que for triste / Lisboa não se cala / e quando fala / é minha chama / meu castelo minha Alfama / minha pátria minha cama // Amiga amante, amor distante / Lisboa é perto e não bastante / Amor calado amor avante / que faz do tempo apenas um instante / Amor dorido amor magoado / e que me doi no fado / Amor magoado amor sentido / mas jamais cansado / Amor vivido é o amor amado // Ai, Lisboa, como eu quero / é por ti que eu desespero
terça-feira, 25 de outubro de 2011
CASA DOS BICOS
domingo, 23 de outubro de 2011
COMBOIOS DE PORTUGAL
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
A Sociedade de Gastronomia Portuguesa
D.L.
Portugueses que descobriram novos mundos à gastronomia : Garcia de Rezende, Domingos Rodrigues, Ferrão de Sousa, Miguel Dias, João Pires, Gomes de Sá, Bulhão Pato, Frei João dos Santos, Alexandre Herculano, Rebelo da Silva, João da Mata, Alberto Pimentel, Paulo Plantier, Ramalho Ortigão, Júlio César Machado, Luiz de Araujo, Fialho de Almeida, Conde de Monsaraz, Batalha Reis, António Augusto de Aguiar, Visconde de Villa Maior, Cincinato da Costa, José Ignacio de Araújo, João Penha, Gomes de Sá, J. Magrinho, Tia Mª Camela, António Mª de Oliveira Bello, Ernesto Roma, Jayme Verde, Ferrari.
"...nisto de casamentos, o que se aproveita, a não fazer de noivo, é o que se come, o que se bebe e o que se disfruta. Porque o que se diz fruta não é gastronomica e culinariamente cousa de somenos." (A.F.S.)
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
COCHEIRO DE OUTROS TEMPOS
sábado, 15 de outubro de 2011
Real Gymnasio Club Portuguez
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
...um outro temp(l)o...
D.P.1950
Local da antiga igreja da Conceição Nova onde está a ser construída a Caixa Geral de Depósitos (Cliché de Judah Benoliel)
"Até aos anos 50, do século XX, também ali esteve* a Igreja da Conceição Nova, construída em 1698 e restaurada depois do Terramoto de 1755. O arquitecto da reconstrução foi Remígio Francisco de Abreu. Possuía um interior revestido de mármores, e tecto de madeira com pinturas de Pedro Alexandrino. O templo foi adquirido pela Caixa Geral de Depósitos à Irmandade do Santíssimo, celebrando-se a escritura em 28 de Dezembro de 1950, foi demolida para dar lugar ao prédio neopombalino daquela instituição bancária." (Daqui)
* na R. Nova do Almada
domingo, 9 de outubro de 2011
O "muro do derrete"
I.P.
O "muro do derrete", a nota mais típica da Feira das Mercês, que Leal da Câmara representou assim





















