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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Uma CARTA LYRICA






 de Sylvio Rebelo, ilustre médico e eminente cientista, mas também um brilhante  poeta, embora sem livros publicados.

domingo, 19 de junho de 2011

Praça da Figueira

1903

I.P.1905

Quem diria que, precisamente nesse local, onde hoje se ergue a estátua equestre de D. José I, já existiu um Hospital, um mercado e mesmo um parque de estacionamento?... É desse passado que este fado nos fala, recordando particularmente o importante mercado que ali funcionou e onde trabalhou, como vendedeira, Natália dos Anjos, que foi igualmente uma fadista consagrada.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os ruídos, as varinas e os pregões

(I.P. 1903)

(D.L.1933)

(I.P.1912)

" Vão acabar os ruídos" E não é que acabaram mesmo?!... Remédio santo! Os pregões deviam ser, de facto, daqueles barulhos muito incomodativos!... Andou bem a comissão camarária, particularmente, ao equiparar os pregões e outras manifestações de índole musical aos ruídos de motores, de buzinas, de rodados sem protecção... Em boa hora o fez! Anos passados, a Cidade está muito mais silenciosa!... Pelo menos, "Foram-se embora os pregões da Madragoa / Já cá não mora a varina de Lisboa / E agora o Tejo que anda sempre apaixonado / Até já canta outro fado"
A letra é de Helder Moutinho e a música de António Neto, a interpretação é de Elsa Laboreiro.