Mostrar mensagens com a etiqueta 1910. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1910. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
domingo, 3 de dezembro de 2017
RUY COELHO
Azul.
I.P.1910
"...foi votado ao esquecimento pela sociedade portuguesa, na segunda metade do século XX, devido, provavelmente, às inúmeras polémicas em que se envolveu com músicos portugueses eruditos e, talvez, também à colaboração que manteve com o Estado Novo. A prova disso está no facto de José Saramago, durante o PREC, o ter saneado de crítico musical do Diário de Notícias.
...
As suas obras musicais abarcam diversos géneros como as óperas, as sinfonias, as músicas para bailados e filmes (Alla-Arriba! e Camões,de 1942 e 1946, realizados por Leitão de Barros), concertos para piano e música de câmara. As composições de timbre patriótico refloresceram com a utilização de elementos ligados ao folclore, com as evocações historicistas e com as óperas cantadas em português, das quais se tornou um indefectível defensor. Foi, inclusivamente, o autor do hino da cidade de Lisboa.
...
Em suma, a rica obra musical de Ruy Coelho encontra-se injustamente esquecida pois continua inédita, na sua grande maioria, em termos de partituras, de discografia e de exibição em concertos actuais.
...
Ruy Coelho (1889-1986)
"... Embora sendo um compositor muito conotado com o antigo regime era na verdade monárquico, pois fez parte do movimento conhecido pelo "Grupo do Tavares",[3] e é importante ter em atenção que, quando em 1926 é implantado o Estado Novo, já tinha levado ao S. Carlos pelo menos onze obras da sua autoria e já tinha sido premiado em Madrid. É certo que beneficiou, como muitos outros artistas, das políticas culturais de António Ferro, com quem até já tinha colaborado em 1924, tocando as suas músicas nas conferências "A Idade do Jazz Band".
Defendeu, através de vários artigos e pequenos livros, a música erudita portuguesa e a ópera cantada em português (considerando que à semelhança do que se passava na Alemanha, França e Inglaterra, as óperas deviam ser cantadas na língua do país onde eram exibidas). Argumentava que o contrário, era não só provinciano como prejudicial aos interesses da arte e do público, que não percebia verdadeiramente o que estava a ver e ouvir. ... " (ler+)
(ler+)
Etiquetas:
1907,
1910,
1911,
1914,
1917,
1926,
1929,
1933,
António Menano,
David de Souza,
Guilherme Fontainha,
Luiz Figueras,
Luthegarda de Caires,
Ruy Coelho
domingo, 11 de dezembro de 2016
CANÇÃO DE OUTOMNO
Etiquetas:
1910,
Cottinelli Telmo,
Fernando Pessoa
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
TEÓFILO BRAGA
I.P.1910
D.L.43
"... Faço saber que o Senado Municipal, ..." (daqui)
"O recheio da casa de Teófilo Braga" (aqui)
Etiquetas:
1910,
1943,
R. do Dr. Teófilo Braga,
Teófilo Braga,
Tr.de Stª Gertrudes
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
HÁ 103 ANOS...
Etiquetas:
1910,
1931,
Consiglieri Sá Pereira,
El-Rei D. Manuel II,
Ericeira,
Família Real,
Rainha Dona Amélia,
Rainha Dona Maria Pia,
República v. Monarquia
terça-feira, 20 de março de 2012
A Bandeira Nacional
O Occidente
Azul e branco ou vermelho, perdão, encarnado e verde?
Importante era e é mesmo mudar a côr da bandeira e também o nome das ruas, dos barcos, das pontes... como se isso mudasse o cerne das coisas e apagasse o passado?!... Foi assim em 1910, repetiu-se depois e voltará a ser assim, digo eu... Lembremos, por exemplo, a alteração do nome da Ponte sobre o Tejo, rebaptizada depois da "revolução"; pergunto, mudou, de facto, alguma coisa relativamente à ponte e sua história?!... Não me parece, mas enfim!
No que à bandeira se refere, sou das que preferia a ligação azul e branco, mais não fora por uma questão estética; bem interessante, o projecto de Guerra Junqueiro que nem deixava de incorporar, na nova bandeira, os símbolos da república.
Etiquetas:
1910,
Bandeira Nacional,
Guerra Junqueiro
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
O Parque do Sr. Carlos Eugénio d'Almeida
I.P.
"...No entanto, pouco antes de morrer, a avó pediu-lhe insistentemente que fosse viver para o Palácio. Vasco, com o mesmo espírito cumpridor do seu dever, trouxe o pessoal doméstico (que nunca abandonou) e passou a viver naquela imensa casa... solitário! Aí permaneceu até 1948, quando, cedendo a pressões do Estado Português, vendeu a casa da família ao Governo Militar de Lisboa. ..."
Etiquetas:
1910,
S. Sebastião da Pedreira
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Expulsão da Família Real
Etiquetas:
1910,
5 de Outubro,
El-Rei D. Manuel II,
Ericeira,
Rainha Dona Amélia
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Visita Real
Etiquetas:
1910,
El-Rei D. Manuel II,
Liceu Camões,
Ventura Terra
domingo, 24 de outubro de 2010
O TERREIRO DO PAÇO
sábado, 23 de outubro de 2010
HOSPITAL DE SANTA MARTA
I.P.
El-Rei D. Manuel II de Portugal visita as instalações do que viria a ser o Hospital de Santa Marta, sediado nas instalações do antigo Convento de Santa Marta , onde já funcionavam serviços de Saúde, desde inícios do sec. passado.
Etiquetas:
1910,
El-Rei D. Manuel II,
Stª Marta
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
VENTURA TERRA e o futuro de Lisboa
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















































