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domingo, 3 de dezembro de 2017

RUY COELHO

Azul.


I.P.1910

I.P.1911

ACap.1914

ACap.1917


"...foi votado ao esquecimento pela sociedade portuguesa, na segunda metade do século XX, devido, provavelmente, às inúmeras polémicas em que se envolveu com músicos portugueses eruditos e, talvez, também à colaboração que manteve com o Estado Novo. A prova disso está no facto de José Saramago, durante o PREC, o ter saneado de crítico musical do Diário de Notícias.
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As suas obras musicais abarcam diversos géneros como as óperas, as sinfonias, as músicas para bailados e filmes (Alla-Arriba! e Camões,de 1942 e 1946, realizados por Leitão de Barros), concertos para piano e música de câmara. As composições de timbre patriótico refloresceram com a utilização de elementos ligados ao folclore, com as evocações historicistas e com as óperas cantadas em português, das quais se tornou um indefectível defensor. Foi, inclusivamente, o autor do hino da cidade de Lisboa.
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Em suma, a rica obra musical de Ruy Coelho encontra-se injustamente esquecida pois continua inédita, na sua grande maioria, em termos de partituras, de discografia e de exibição em concertos actuais.
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(daqui)
ACap.26


Ilust.29

Ilust.1933

Ruy Coelho (1889-1986)

"... Embora sendo um compositor muito conotado com o antigo regime era na verdade monárquico, pois fez parte do movimento conhecido pelo "Grupo do Tavares",[3] e é importante ter em atenção que, quando em 1926 é implantado o Estado Novo, já tinha levado ao S. Carlos pelo menos onze obras da sua autoria e já tinha sido premiado em Madrid. É certo que beneficiou, como muitos outros artistas, das políticas culturais de António Ferro, com quem até já tinha colaborado em 1924, tocando as suas músicas nas conferências "A Idade do Jazz Band".

Defendeu, através de vários artigos e pequenos livros, a música erudita portuguesa e a ópera cantada em português (considerando que à semelhança do que se passava na Alemanha, França e Inglaterra, as óperas deviam ser cantadas na língua do país onde eram exibidas). Argumentava que o contrário, era não só provinciano como prejudicial aos interesses da arte e do público, que não percebia verdadeiramente o que estava a ver e ouvir. ... " (ler+)


(ler+)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O Grémio de Instrução Liberal de Campo d' Ourique


I.P.

"O Grémio de Instrução Liberal de Campo de Ourique foi fundado a 10 de Junho de 1910, apenas quatro meses antes da proclamação da República...." (ler+)

sábado, 7 de abril de 2012

Capotes e Josésinhos

Occidente11

Occidente14


in "Lisboa d' outros tempos", de Pinto de Carvalho (Tinop) que pode ler aqui, uma sugestão que vos deixo, com votos de uma Páscoa recheadinha de coelhos, excepto um, que apenas nos tem oferecido amêndoas bem amargas... mas, enfim, há até quem não desgoste desse Coelho e, para esses, que essa Páscoa lhes faça bom proveito!...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

PREGÕES

I.P.

Com esta, do Dantas, é que não concordo... e digo mais, se agora cá voltasse, caro Dantas, como bem lhe saberia ouvir esses pregões que sempre tinham alguma coisa de musical! Hoje, não há cidades silenciosas... Pois é! perdemos definitivamente o sossego e os pregões fazem já parte da história...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CASINO DO ESTORIL

I.P.

De facto, a primeira pedra foi lançada em 1916, mas só em 1931 é inaugurado o Casino, obra do empresário português Fausto de Figueiredo; em 1958 passa para as mãos de outro empresário português, Teodoro dos Santos, encontrando-se presentemente, e desde 1985, a ser explorado pelo multi-milionário asiático Stanley Ho. Melhoramentos e sinais dos tempos...

domingo, 9 de janeiro de 2011

MARQUÊS de FRANCO e ALMODOVAR

I.P.

Um banqueiro riquíssimo, filantropo e excêntrico! Um Senhor Marquês! De quem parece saber-se muito pouco...