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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
sábado, 8 de dezembro de 2018
MÃE
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Lucílio de Albuquerque
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
EMMERICO NUNES
O Esp.25
Ilust.26
Ilust.27
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Emmerico Nunes
sábado, 8 de setembro de 2018
ALFREDO de MORAES
Ilust.26
Ilust.30
" Afredo Januário de Moraes (Lisboa, 19 de setembro de 1872 — Lisboa, 6 de fevereiro de 1971), foi um prolixo ilustrador português. Cultivou especialmente a tinta da China e a aguarela, ..." (ler+)
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
PORQUE ME ORGULHO DE SER PORTUGUÊS
ACap.
1950
2018
Reeditado em Junho deste ano pela Guerra & Paz, este é o livro que o Autor de "Palavras Cínicas" escreveu para cantar a sua Pátria, afirmar o seu orgulho de ser português, desse modo promovendo o patriotismo, esse "sentimento construtivo" "que faz os povos fortes".
Por um «Portugal maior, ... Ensinemos aos novos que sejam fortes, justos e trabalhadores.»
Este é um livro que dá a conhecer muito do Portugal que muitos portugueses desconhecem e lembra alguns ilustres lusitanos que muitos de nós nem nunca sequer ouvimos nomear... Um livro escrito com e por Amor.
Por um «Portugal maior, ... Ensinemos aos novos que sejam fortes, justos e trabalhadores.»
Este é um livro que dá a conhecer muito do Portugal que muitos portugueses desconhecem e lembra alguns ilustres lusitanos que muitos de nós nem nunca sequer ouvimos nomear... Um livro escrito com e por Amor.
Portugal! Portugal! Portugal!
Um livro recomendado a todos os menores de 100 :), "... que as nossas letras andam bem necessitadas de livros tónicos, livros encorajantes, livros fagocitários, renovadores de energia, fomentadores de confiança, visionadores de heroísmos, criadores de um orgulho consciente, europeu, civilizado."
Sim, que patriotismo e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém!... :)
Entre parênteses ( )
Em "Anexos", é-nos fornecido, entre outros, uma "Cronologia dos reis e rainhas de Portugal", fazendo-se referência, como é costume, à Dinastia Filipina. A este propósito, regista-se aqui estoutra opinião
Sim, que patriotismo e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém!... :)
Entre parênteses ( )
Em "Anexos", é-nos fornecido, entre outros, uma "Cronologia dos reis e rainhas de Portugal", fazendo-se referência, como é costume, à Dinastia Filipina. A este propósito, regista-se aqui estoutra opinião
Ilust.38
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Albino Forjaz de Sampaio,
Dinastia Filipina
terça-feira, 22 de maio de 2018
SOUSA PINTO
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Sousa Pinto
terça-feira, 8 de maio de 2018
JOÃO VAZ
Ilust.
João José Vaz (Setúbal, 9 de Março de 1859 — Lisboa, 17 de Fevereiro de 1931) foi um pintor e professor português. ... (ler+)
quarta-feira, 2 de maio de 2018
ALBERTO DE SOUSA
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Alberto Souza,
Museu do Carmo
domingo, 3 de dezembro de 2017
RUY COELHO
Azul.
I.P.1910
"...foi votado ao esquecimento pela sociedade portuguesa, na segunda metade do século XX, devido, provavelmente, às inúmeras polémicas em que se envolveu com músicos portugueses eruditos e, talvez, também à colaboração que manteve com o Estado Novo. A prova disso está no facto de José Saramago, durante o PREC, o ter saneado de crítico musical do Diário de Notícias.
...
As suas obras musicais abarcam diversos géneros como as óperas, as sinfonias, as músicas para bailados e filmes (Alla-Arriba! e Camões,de 1942 e 1946, realizados por Leitão de Barros), concertos para piano e música de câmara. As composições de timbre patriótico refloresceram com a utilização de elementos ligados ao folclore, com as evocações historicistas e com as óperas cantadas em português, das quais se tornou um indefectível defensor. Foi, inclusivamente, o autor do hino da cidade de Lisboa.
...
Em suma, a rica obra musical de Ruy Coelho encontra-se injustamente esquecida pois continua inédita, na sua grande maioria, em termos de partituras, de discografia e de exibição em concertos actuais.
...
Ruy Coelho (1889-1986)
"... Embora sendo um compositor muito conotado com o antigo regime era na verdade monárquico, pois fez parte do movimento conhecido pelo "Grupo do Tavares",[3] e é importante ter em atenção que, quando em 1926 é implantado o Estado Novo, já tinha levado ao S. Carlos pelo menos onze obras da sua autoria e já tinha sido premiado em Madrid. É certo que beneficiou, como muitos outros artistas, das políticas culturais de António Ferro, com quem até já tinha colaborado em 1924, tocando as suas músicas nas conferências "A Idade do Jazz Band".
Defendeu, através de vários artigos e pequenos livros, a música erudita portuguesa e a ópera cantada em português (considerando que à semelhança do que se passava na Alemanha, França e Inglaterra, as óperas deviam ser cantadas na língua do país onde eram exibidas). Argumentava que o contrário, era não só provinciano como prejudicial aos interesses da arte e do público, que não percebia verdadeiramente o que estava a ver e ouvir. ... " (ler+)
(ler+)
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António Menano,
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Guilherme Fontainha,
Luiz Figueras,
Luthegarda de Caires,
Ruy Coelho
segunda-feira, 3 de abril de 2017
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
O Dr. Ulrich
GCF
"...Foi Diretor do Banco de Portugal entre 1914 e 1927 e Delegado de Portugal à Conferência de Reparações em Haia entre 1929 e 1930. Foi Administrador da Companhia de Moçambique de 1920 a 1933, Administrador e Presidente do Conselho de Administração da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses de 1922 a 1933 e Presidente da Companhia...
...Casou em Lisboa, Santos-o-Velho, a 22 de Abril de 1907 com Genoveva de Lima Mayer (Lisboa, Lapa, 3 de Setembro de 1886 - Lisboa, Santa Isabel, 8 de Julho de 1963), Poetisa e Escritora com o nome literário de Veva de Lima...." (daqui)
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Rui Enes Ulrich,
Veva de Lima
domingo, 12 de outubro de 2014
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