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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

PORQUE ME ORGULHO DE SER PORTUGUÊS

ACap.

1926

1950

2018

Reeditado em Junho deste ano pela Guerra & Paz, este é o livro que o Autor de "Palavras Cínicas" escreveu para cantar a sua Pátria, afirmar o seu orgulho de ser português, desse modo promovendo o patriotismo, esse "sentimento construtivo" "que faz os povos fortes".
Por um «Portugal maior, ... Ensinemos aos novos que sejam fortes, justos e trabalhadores
Este é um livro que dá a conhecer muito do Portugal que muitos portugueses desconhecem e lembra alguns ilustres lusitanos que muitos de nós nem nunca sequer ouvimos nomear... Um livro escrito com e por Amor. 
Portugal! Portugal! Portugal!
Um livro recomendado a todos os menores de 100 :), "... que as nossas letras andam bem necessitadas de livros tónicos, livros encorajantes, livros fagocitários, renovadores de energia, fomentadores de confiança, visionadores de heroísmos, criadores de um orgulho consciente, europeu, civilizado."
Sim, que patriotismo e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém!... :)

Entre parênteses ( )
Em "Anexos", é-nos fornecido, entre outros, uma "Cronologia dos reis e rainhas de Portugal", fazendo-se referência, como é costume, à Dinastia Filipina. A este propósito, regista-se aqui estoutra opinião

Ilust.38

segunda-feira, 11 de março de 2013

ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO


D.L.

Albino Forjaz de Sampaio, autor de vários livros em verso e prosa, faleceu há 64 anos. Nascido a 19 de Janeiro de 1884, em 1905, com 21 anos, publica "Palavras Cínicas", um dos livros mais odiados de sempre e considerado como "um dos mais perversos monstros morais do (...) tempo". 
De facto, embora a Humanidade não fique muito bem no retrato que Albino pintou, apenas a imensa hipocrisia em que vivemos mergulhados ou uma enorme inconsciência da existência não nos deixe admitir essa imagem que Albino Forjaz de Sampaio se atreveu a fazer-nos ver nesse espelho.  Quem nunca se interrogou acerca dessa verdade, que o povo também diz, que a vida é boa apenas para os piores de nós?!... De resto, estamos num tempo em que nem é necessário procurar disso exemplo para encontrar... Todos os dias temos notícias de malandros a quem nada acontece e de gente de bem a passar enormes privações...

"Vi que a vida era má e escrevi estas cartas.
Se as leres no meio dum festim  as porás de parte com enfado, mas buscarás nelas consolação quando o mundo te fizer chorar"

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Sociedade de Gastronomia Portuguesa

D.L.

Portugueses que descobriram novos mundos à gastronomia : Garcia de Rezende, Domingos Rodrigues, Ferrão de Sousa, Miguel Dias, João Pires, Gomes de Sá, Bulhão Pato, Frei João dos Santos, Alexandre Herculano, Rebelo da Silva, João da Mata, Alberto Pimentel, Paulo Plantier, Ramalho Ortigão, Júlio César Machado, Luiz de Araujo, Fialho de Almeida, Conde de Monsaraz, Batalha Reis, António Augusto de Aguiar, Visconde de Villa Maior, Cincinato da Costa, José Ignacio de Araújo, João Penha, Gomes de Sá, J. Magrinho, Tia Mª Camela, António Mª de Oliveira Bello, Ernesto Roma, Jayme Verde, Ferrari.

"...nisto de casamentos, o que se aproveita, a não fazer de noivo, é o que se come, o que se bebe e o que se disfruta. Porque o que se diz fruta não é gastronomica e culinariamente cousa de somenos." (A.F.S.)

sábado, 24 de setembro de 2011

Uma outra Lisboa

Como diz o próprio Albino Forjaz de Sampaio, é uma outra Lisboa - desconhecida, encoberta - a que o autor aqui nos desvenda e descreve com rigor jornalístico neste seu tão interessante artigo. É claro que, mergulhando assim tão profundamente na realidade dessa Lisboa habitada pelos que o Fado mais castiga, é natural encontrar os marujos, camareiras e fadistas nos cafés e botequins de Alfama e Mouraria; curioso é o facto de, a encimar a primeira página do artigo, se encontrar, qual ex-libris, a figura do Chico da Mouraria, celebrado num fado que aqui se lembra, interpretado pela saudosa Saudade dos Santos.