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domingo, 6 de maio de 2018

MÃE

                          MÃE

Olha, meu filho! quando, à aragem fria 
De algum torvo crepúsculo, encontrares 
Uma árvore velhinha, em modo e em ares 
De abandono e outonal melancolia, 

Não passes junto dela nesse dia 
E nessa hora de bênçãos, sem parares; 
Não vás, sem longamente a contemplares: 
Vida cansada, trémula e sombria! 

Já foi nova e floriu entre esplendores: 
Talvez em derredor, dos seus amores 
Inda haja filhos que lhe queiram bem... 

Ama-a, respeita-a, ampara-a na velhice; 
Sorri-lhe com bondade e com meiguice: 
— Lembre-te, ao vê-la, a tua própria Mãe! 
                                  
                                  (in Antologia Poética)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

O Perdão das Árvores

I.P.

"Damos a vida a quem nos tira a vida:
Mas só nos dói a ingratidão sofrida
De um mal inútil,- feito só por mal !"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ANTÓNIO CORRÊA D'OLIVEIRA



O poeta, primeiro Português a ser nomeado para o prémio Nobel (1933), nasceu em S. Pedro do Sul, morreu em Antas, mas viveu em Lisboa onde trabalhou no Diário Ilustrado, como jornalista.

Ilust.33