quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Oh! PORTUGAL IA!

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"Foi um quarteirão sempre ligado à cerveja, pelo menos desde que em 1912, num grande terreno na Avenida Almirante Reis, hoje freguesia de Arroios, em Lisboa, foi construída uma fábrica para a sua produção. Desde então, foi sempre uma história com altos e baixos, até que a moderna fábrica e os terrenos à sua volta caíram no abandono. Nos próximos dois anos, prevê-se, porém, que ganhem nova vida com a construção de um loteamento no quarteirão. No Portugália Plaza — assim se chama este projecto — vão ser erguidos quatro prédios, sendo que um deles terá 16 pisos e 60,2 metros de altura, avançou o Diário de Notícias na sua edição de sábado. ..." (ler+)

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"Em Arroios ninguém quer uma torre na Portugália ... (ler+)

Eu diria mesmo que, não apenas em Arroios, mas em toda a Lisboa e mesmo em todo o Portugal ninguém quererá tratar uma "ferida urbana" (1) com uma "enorme ferida urbana"(2)... 

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

sábado, 3 de agosto de 2019

A "Sopa do Sidónio" ou A cozinha económica dos Anjos




ACap.



"Também conhecida como a “Sopa do Sidónio” e “Refeitório dos Anjos”, a “Sopa dos Pobres”, que começou por oferecer refeições aos pobres da cidade, é hoje o Centro de Apoio Social dos Anjos (CASA) e presta vários tipos de ajuda a sem-abrigo e a pessoas sem morada fixa, algumas das quais há 20 anos. ... 
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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Da Rua da Fé à Rua da Caridade


Em 1932, na "Guitarra de Portugal", era publicada uma letra de fado da autoria de Linhares Barbosa, o "Príncipe dos Poetas", para o repertório da actriz-cantadeira Berta Cardoso - "A sorte que dão as ruas". Essa letra, muito ao gosto da época, é deveras interessante porque estabelece um certo paralelismo entre o destino da vida de um casal - Mariquitas e José - e o nome das ruas em que vão morando... 
aqui publiquei a letra desse fado que, hoje, completo dando-vos a ouvir a interpretação do mesmo pelo fadista Miguel Silva.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

"A morte d' Asa"


I.P.


"Natural de Bergen, na Noruega, Edvard Grieg (1843-1907) pugnou pela defesa de uma arte nacional, integrando com outros compositores (o compatriota Nordraak e o dinamarquês Horneman) o grupo Euterpe, ..." (ler+)

domingo, 23 de junho de 2019

NICOLAU TOLENTINO


I.P.

"Nicolau Tolentino de Almeida (Lisboa, 10 de setembro de 1740 – Lisboa, 23 de junho de 1811) foi um poeta português. Pertenceu ao movimento da Nova Arcádia (1790-1794)...." (ler+)

Este será o seu poema mais conhecido, mas poderá ler  mais aqui

CHAVES NA MÃO, MELENA DESGRENHADA

Chaves na mão, melena desgrenhada,
Batendo o pé na casa, a mãe ordena
Que o furtado colchão, fofo e de pena,
A filha o ponha ali ou a criada.

A filha, moça esbelta e aperaltada,
Lhe diz coa doce voz que o ar serena:
- «Sumiu-se-lhe um colchão? É forte pena;
Olhe não fique a casa arruinada...»

- «Tu respondes assim? Tu zombas disto?
Tu cuidas que, por ter pai embarcado,
Já a mãe não tem mãos?» E, dizendo isto,

Arremete-lhe à cara e ao penteado.
Eis senão quando (caso nunca visto!)
Sai-lhe o colchão de dentro do toucado!...



sábado, 15 de junho de 2019

A "FÔFA"


ACap.

"... Em face da raridade das referências à fofa no Brasil do século XVIII - exceção feita à do padre Bento de Cepeda em sua Relação sobre o deplorável estado a que chegou a Companhia de Jesus nesta província do Brasil, dando conta de que, em Pernambuco, um padre Manuel Franco "dançava a fofa (que é dança desonesta) com mulheres de má-reputação" - poder-se-ia talvez por em dúvida a origem brasileira dessa dança tida sempre como portuguesa, não fora a..." (ler+)

quinta-feira, 13 de junho de 2019

"Vós sois o sal da terra"



in "Sermão de Stº António aos Peixes" 
                                        P.e António Vieira


sábado, 8 de junho de 2019

CAMÕES em Paris


ACap.1913

ACap.1912

"A estátua de Luís de Camões, em Paris, passa praticamente despercebida. Muitos Portugueses residentes na capital francesa, nem sabem da sua existência.

Não sabem sequer que existe uma avenida Camões – avenue Camoëns – no 16° bairro de Paris, ali bem perto da Place du Trocadero e da Tour Eiffel.
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A primeira estátua de Camões foi inaugurada no dia 13 de junho de 1912, quando se celebrava a morte do poeta, em 1580.

Na verdade, era um busto, enorme, encomendado ao escultor italiano Luigi Betti, instalado num pedestral com cerca de 5 metros de altura.

Era pois uma obra imponente. Mas a população não gostou! 
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Foi Miguel Magalhães, atual Adjunto do Diretor da Gulbenkian, com “os braços da casa”, que recuperou o badalado busto de Camões para o levar para um pequeno jardim anexo da Casa de Portugal André de Gouveia, na cidade universitária internacional de Paris, onde está atualmente. 
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No início dos anos 80, graças a Rui da Silveira, foi mandado construir novo monumento em homenagem a Luís de Camões, e mandado colocar no fundo das escadas da avenida Camões, no sítio onde estava a primeira estátua.
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Mas uma “maldição” continua a pairar sobre o monumento.

No ano passado, quando o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, veio a Paris para comemorar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas,… esqueceu-se de depôr um simples ramo de flores em frente do autor de Os Lusíadas." (ler+)

sábado, 1 de junho de 2019

VIANA DA MOTA

ACap.

"... A Sinfonia "À Pátria" é geralmente considerada a obra-prima de Vianna da Motta. Foi a primeira sinfonia a merecer as honras de impressão em Portugal. Ela é inspirada em versos de Luís Vaz de Camões e segue o modelo formal clássico das sinfonias de Beethoven: quatro andamentos, dos quais o terceiro é um scherzo. No terceiro andamento o compositor utiliza duas canções populares portuguesas. Daqui depreende-se que nem sempre é fácil traçar a fronteira entre a segunda e a terceira fase criativa do compositor. Com efeito, várias das suas obras resultam claramente do cruzamento das culturas alemã e portuguesa, da importância que teve a sua formação musical na Alemanha e da necessidade de expressar o seu patriotismo por via do recurso à música tradicional portuguesa. ..." (ler+)