quarta-feira, 20 de março de 2019

D. JOÃO DE CASTRO - "Os malditos" e "Os Nefelibatas"


B.eN.1896

ACap.1913

"D. João de Vasconcelos Sousa Castro e Melo nasceu em Azurara, na Casa de Sant'Ana, em 6/8/1871 e foi baptisado 13 dias depois na Matriz local.

Era filho de Francisco de Vasconcelos Sousa Castro e Melo e de s.m. D. Augusta Adelaide da Costa Rebelo; ..." (ler+)

quarta-feira, 13 de março de 2019

"Subida à Glória"


ACap.25

"Recuperando uma tradição que data de 1913, Lisboa recebe, a 22 de setembro, o mítico evento “Subida à Glória” que conta pelo terceiro ano com o apoio dos Jogos Santa Casa como patrocinador principal. ..." (ler+)



segunda-feira, 4 de março de 2019

Campanha Lis Boooooa!



2019

2016

Talvez vá sendo tempo de se fazer outro vídeo de sensibilização; parece que o de 2016 não sensibilizou muito... Pois não?!




Mais uma chamada de atenção não seria demais, mas creio que a intervenção da Polícia sensibilizaria muito melhor... :)  E é urgente que alguma coisa se faça! Já não bastava o estacionamento de carros em tudo quanto é sítio, o súbito acréscimo de motorizadas, bicicletas e trotinetes veio gerar mais um problema numa cidade onde, presentemente, já nem nos passeios os peões andam em segurança, visto que nesses mesmos passeios circulam, a velocidades razoáveis, bicicletas, trotinetas e outros patins eléctricos motorizados que deviam circular na estrada ou nas vias próprias, as ciclovias. De facto, a utilização destes veículos de recreio, que indevidamente circulam nos passeios, veio criar um perigo acrescido aos peões, muitos deles idosos, outros deficientes... Pode até ser um bom negócio, mas é também um atentado ao sossego e à segurança dos que necessitam ou optam por andar a pé e daqueles que têm mobilidade reduzida. Isto é como tudo. Estes brinquedos são muito interessantes e até de alguma utilidade, mas, antes de os colocar à disposição de qualquer um, há que educar primeiro os utilizadores, quando, pelas provas dadas com o estacionamento, por exemplo, já se sabe que, quanto a civismo, não estaremos no primeiro rang!...

Isto escrevi eu há uns tempos, e por aqui ficou nos rascunhos, até que, há pouco tempo, no SOL, se chamava a atenção da CML para o caos criado em Lisboa pela chusma de trotinetas que invadiu a cidade.


Mais recentemente, dei-me conta de uma campanha promovida pela CML e por outras entidades, com o apoio da A.N.S.R., a decorrer entre 27 de Fevereiro e 20 de Março do corrente, com o objectivo de "mobilizar os cidadãos para uma boa utilização do espaço público, independentemente das opções de mobilidade de cada um." É, quando muito, uma campanha de boa vontade, que alerta, mas que poucos resultados alcançará... Veremos. Quanto a mim, essa campanha deveria ser muito mais musculada (como ora sói dizer-se), ou seja, deveria ser feita com as autoridades competentes na rua a avisarem, primeiro, e, depois, a multarem, mesmo! Acham que os infractores vão ligar alguma a isto, ou seja, que vão corrigir os seus comportamentos por causa de uns bonecos engraçados?


Diz-me a experiência que não! Aliás, esta campanha apenas faria sentido antes. Sim, antes de se lançar a moda das bicicletas, trotinetas e afins que são utilizadas por muitos que, ou nem sequer conhecem o Código da Estrada ou o conhecem mal, e julgam que as bicicletas e afins podem circular em cima do passeio... 
Enfim, espero bem que esta campanha alcance os seus objectivos e que os peões consigam de novo circular, sem sobressaltos, nos passeios. No entanto, sempre me pareceria mais proveitoso que se fizesse esta campanha, sim, mas, repito, apoiada por uma intervenção da polícia, no terreno. Seria, por certo, muito mais convincente 😊

A propósito da segurança dos peões e das ciclovias, talvez fosse também proveitoso rever-se o traçado das ciclovias na Cidade. É que há coisas que não dá para acreditar! por exemplo, haver paragens de autocarros que ficam paredes-meias com ciclovias... Como esta


ali na Fontes Pereira de Melo, frente ao Registo Civil, em que, para subir ou descer do autocarro, as pessoas têm que ocupar a ciclovia e, embora haja uma "passadeira", é claro que o perigo permanece. 



Aliás, a ser bom este modelo, deveria até haver duas passadeiras, uma para cada uma das portas do autocarro, isto é, uma para os que entram, outra para os que saem... Agora assim?! A "passadeira" serve as pessoas que vão entrar no autocarro, mas os passageiros que vão sair do mesmo autocarro,  são literalmente despejados na ciclovia, venha lá bicicleta ou não venha, que pode ou não ter tempo de travar antes de parar em cima de quem ia apenas a sair do autocarro e que não se deu conta de que ali não há passeio e a saída se faz directamente na ciclovia...
Com esta e outras situações como esta, patentes em toda a cidade, seria aconselhável rever a rede de ciclovias e emendar as ratoeiras com que diariamente os peões se deparam e que constituem um factor de risco acrescido para quem anda a boots...

Agora, que o aumento exponencial de bicicletas em Lisboa tenha contribuído para a diminuição dos índices de poluição!... Essa é boa! Por acaso verificaram se, naquele mesmo cruzamento, houve um substancial decréscimo dos automóveis ou, no mínimo, se houve um decréscimo de automóveis face ao encontrado acréscimo de bicicletas? É que só assim se poderá falar de menos emissões, melhor ambiente e qualidade do ar, digo eu... 
Um aumento significativo da utilização de bicicletas na cidade, só por si, não indicia uma menor utilização de automóveis e de veículos motorizados, logo, de uma diminuição da poluição. A grande conclusão a tirar da verificação feita naquele cruzamento, ao Saldanha, é a de que, efectivamente, o negócio da Gira, gira mesmo MuitoBem! 


domingo, 17 de fevereiro de 2019

AQUI e ALI

1937

1938
Prisma

"António Porto-Além é o pseudónimo de António Vasconcelos Porto (António Miguel da Silva de Vasconcelos Porto), nascido em 23 de Junho de 1912, em Vila Nova de Gaia. ..." (ler+)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Pelo sim, pelo não...

                                                                                                                                                                  

sábado, 26 de janeiro de 2019

JOÃO DE BARROS



"João de Barros OSE • GOSE • GCL (Figueira da Foz, São Julião da Figueira da Foz, 4 de Fevereiro de 1881 – Lisboa, 25 de Outubro de 1960) foi um poeta, pedagogo e publicista português. ..." (ler+)

ACap.1916

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

sábado, 19 de janeiro de 2019

DESPERDÍCIO DE ÁGUA


rego d'água que vai para lá dos Coruchéus

alguém já andou a tentar reparar?

"olho d'água"

passeio encharcado


Todos sabemos que a água é cada vez mais escassa no planeta, mas parece que alguns andam esquecidos...

" A água é cada vez mais escassa no planeta; Cerca de 800 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a água potável e, só na Europa, 19% do território revela "stress" hídrico, não tendo água suficiente para abastecer a população.

Sendo um dos recursos mais importante para as populações, é crescente a preocupação com os níveis de desperdício no consumo de água."

"Crescente preocupação" de quem?! Minha e de muita gente que tem alertado as entidades competentes para um enorme desperdício de água, que se verifica há mais de uma semana (desde 6ªf.,11) e cuja causa continua por reparar... Contactou-se a EPAL, que enjeitou a responsabilidade e passou a bola para a Câmara Municipal; contactou-se a Junta de Freguesia, cujo Polo, o dos Coruchéus, presentemente encerrado, se encontra logo ali, do outro lado da rua, os serviços da Câmara... e, até hoje, nada!... O "olho de água" continua a brotar água generosa e regularmente, alagando a zona ajardinada e o passeio, desperdiçando-se hectolitros e hectolitros de água que não aproveita a ninguém nem a nada... (ainda que fosse para a agricultura!...)

"Em Portugal, os dados apontam para cerca de 3 100 milhões de metros cúbicos de água desperdiçada por ano.  É cerca de 41% da procura total de água, verificando-se que a agricultura é um dos sectores com maior desperdício."

Pois, é preciso é arranjar bodes expiatórios - a agricultura, os jardins, os consumos domésticos... não digo que não, que em qualquer um desses sectores não haja más práticas que remetam para consumos com desperdício, mas, mesmo assim, nem toda a água é desperdiçada. 
Neste caso de rotura acidental, como em muitos outros por todo o país, é que o desperdício é total e bem podia e devia ser evitado, procedendo-se de imediato à reparação da causa, o que, como se vem constatando, não acontece.

"Inserido numa zona de risco de aquecimento global, Portugal enfrenta o gradual aumento de temperatura que significará uma diminuição dos seus recursos hídricos e obrigará a reformular os modelos de consumo."

(ou seja, já não bastava o risco do aquecimento global... não, não vou aqui partilhar o que penso desta questão da água e de toda a hipocrisia envolvente. Certo é que estou convencida de que as guerras e os negócios milionários deste século, ou me engano muito ou vão ser mesmo por causa da falta de água potável! Portanto...

Vá lá, uma semana de desperdício já chega, não? Vá, vão lá reparar a rotura antes que alguém entre em ruptura... )

"Bem prega Frei Tomás"


1921

Entretanto

E a rotura continua sem ser reparada! Cada vez o caudal é maior... Então, ó Regulador, e o que é que se faz, ou melhor, devia fazer ao responsável por este desperdício absurdo (para não dizer criminoso) de água?!...

Finalmente hoje (21.01.2019), pelas 14,30 horas, apareceu a CME, a da abelinha, para proceder à reparação. A propósito, esta CME será a Câmara Municipal Empresarial (😏 ) ou terá sido a EPAL CME que veio fazer a reparação? Afinal, qual a responsável pela reparação da rotura? A EPAL, a CML ou a CME ? Em qualquer caso, mais de uma semana para reparar uma fuga de água, com um débito muito considerável, é inadmissível.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

MANUEL RIBEIRO DE PAVIA


Pan.

"...  Assim é: passava realmente fome. Todos nós o sabíamos. E ele a falar-nos de pintura, de poesia, da dignificação da vida. É justamente nisto que residia a sua grandeza. Não falava da sua fome - de que, feitas bem as contas, veio a morrer. A fome não consta de nenhum epitáfio. ..." (ler+)