R. Alexandre Herculano,25
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sábado, 26 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
S.C.P.
OsSportsIlust.
"... Aos 82 anos, o fundador do Sporting - e trisavô de personalidades como José Maria Ricciardi e José Roquette - tinha pelo menos três medos. ..." (ler+)
Luta de tracção à corda, em que cada equipa puxa para seu lado, sendo certo que sai vencedor o que melhor for em disciplina, treino, e na maneira de saber bem puxar...
(Nota - Não é permitido enrolar a corda no corpo ou fazer buracos no solo para fincar os pés)
domingo, 3 de dezembro de 2017
RUY COELHO
Azul.
I.P.1910
"...foi votado ao esquecimento pela sociedade portuguesa, na segunda metade do século XX, devido, provavelmente, às inúmeras polémicas em que se envolveu com músicos portugueses eruditos e, talvez, também à colaboração que manteve com o Estado Novo. A prova disso está no facto de José Saramago, durante o PREC, o ter saneado de crítico musical do Diário de Notícias.
...
As suas obras musicais abarcam diversos géneros como as óperas, as sinfonias, as músicas para bailados e filmes (Alla-Arriba! e Camões,de 1942 e 1946, realizados por Leitão de Barros), concertos para piano e música de câmara. As composições de timbre patriótico refloresceram com a utilização de elementos ligados ao folclore, com as evocações historicistas e com as óperas cantadas em português, das quais se tornou um indefectível defensor. Foi, inclusivamente, o autor do hino da cidade de Lisboa.
...
Em suma, a rica obra musical de Ruy Coelho encontra-se injustamente esquecida pois continua inédita, na sua grande maioria, em termos de partituras, de discografia e de exibição em concertos actuais.
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Ruy Coelho (1889-1986)
"... Embora sendo um compositor muito conotado com o antigo regime era na verdade monárquico, pois fez parte do movimento conhecido pelo "Grupo do Tavares",[3] e é importante ter em atenção que, quando em 1926 é implantado o Estado Novo, já tinha levado ao S. Carlos pelo menos onze obras da sua autoria e já tinha sido premiado em Madrid. É certo que beneficiou, como muitos outros artistas, das políticas culturais de António Ferro, com quem até já tinha colaborado em 1924, tocando as suas músicas nas conferências "A Idade do Jazz Band".
Defendeu, através de vários artigos e pequenos livros, a música erudita portuguesa e a ópera cantada em português (considerando que à semelhança do que se passava na Alemanha, França e Inglaterra, as óperas deviam ser cantadas na língua do país onde eram exibidas). Argumentava que o contrário, era não só provinciano como prejudicial aos interesses da arte e do público, que não percebia verdadeiramente o que estava a ver e ouvir. ... " (ler+)
(ler+)
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
domingo, 17 de setembro de 2017
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Sousa Viterbo, os últimos versos
I.P.1912
"Francisco Marques de Sousa Viterbo (Porto, 29 de dezembro de 1845 — São Mamede, 29 de dezembro de 1910) foi um poeta, arqueólogo, historiador e jornalista português. ..." (ler+)
I.P.1911
sábado, 21 de junho de 2014
terça-feira, 18 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
EDUARDO SCHWALBACH
Azul.1908
I.P.1911
I.P.1919
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