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sexta-feira, 10 de junho de 2011

MUNDO PORTUGUÊS

Ilust.1939

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"«Bem vês as Lusitânicas fadigas, / Que eu já de muito longe favoreço, / Porque das Parcas sei, minhas amigas, / Que me hão-de venerar e ter em preço; / E, porque tanto imitam as antigas / Obras de meus Romanos, me ofereço / A lhe dar tanta ajuda, em quanto posso, / A quanto se estender o poder nosso. ...

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Quero que haja no reino Neptunino, / Onde eu nasci, progénie forte e bela, / E tome exemplo o mundo vil, malino, / Que contra tua potência se rebela, / Por que entendam que muro adamantino / Nem triste hipocrisia val contra ela. / Mal haverá na terra quem se guarde, / Se teu fogo imortal nas águas arde.»"

Os Lusíadas, Canto IX, Luís de Camões

quinta-feira, 28 de abril de 2011

CAMÕES - AMÁLIA - FADO - TRADIÇÃO

Por causa deste vídeo que encontrei no YouTube,

   

 fui à procura da Rua Joaquina, na esperança de, este ano, me associar à festança e poder ainda ouvir a Celeste, a Carminho e sabe-se lá quem mais, acompanhadas duma bela sardinhada e duns copos de tinto... Não foi difícil encontrar a minúscula e simpática rua, que é esta inveja!


Nem me apetecia sair dali, mas, depois de mais umas fotos e conversas, lá voltei à Calçada de Santana, que tomei no sentido descendente e encontrei, então, mais esta interessante novidade para mim - a casa onde morreu Camões


I.P.04

e, na rua defronte, que leva o nome de Martim Vaz, estoutra casa onde nasceu Amália

 

Praticamente vizinhos, portanto!... se bem que em épocas diferentes...
Entre este morre e nasce, há os que, felizmente, ainda por cá estão e continuam a constituir essa rede de vizinhança vip, como é o caso do sortudo do Diogo...
Pá! há gente com muito fado!...