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sexta-feira, 10 de junho de 2011

MUNDO PORTUGUÊS

Ilust.1939

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"«Bem vês as Lusitânicas fadigas, / Que eu já de muito longe favoreço, / Porque das Parcas sei, minhas amigas, / Que me hão-de venerar e ter em preço; / E, porque tanto imitam as antigas / Obras de meus Romanos, me ofereço / A lhe dar tanta ajuda, em quanto posso, / A quanto se estender o poder nosso. ...

42

Quero que haja no reino Neptunino, / Onde eu nasci, progénie forte e bela, / E tome exemplo o mundo vil, malino, / Que contra tua potência se rebela, / Por que entendam que muro adamantino / Nem triste hipocrisia val contra ela. / Mal haverá na terra quem se guarde, / Se teu fogo imortal nas águas arde.»"

Os Lusíadas, Canto IX, Luís de Camões

segunda-feira, 24 de maio de 2010

sábado, 7 de novembro de 2009

Largo Camões

Da autoria de Victor Bastos, o Monumento foi inaugurado em 1867. Para além da estátua, em bronze, do Poeta, fazem parte do Monumento outras 8 estátuas, mas em pedra, que representam os insignes Fernão Lopes, Gomes Eanes de Azurara, Fernão Lopes de Castanheda, João de Barros, F. Sá de Menezes, J. Corte-Real, Vasco Mouzinho de Quevedo e Pedro Nunes.