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segunda-feira, 22 de setembro de 2025
sexta-feira, 3 de maio de 2024
domingo, 6 de maio de 2018
MÃE
MÃE
Olha, meu filho! quando, à aragem fria
De algum torvo crepúsculo, encontrares
Uma árvore velhinha, em modo e em ares
De abandono e outonal melancolia,
Não passes junto dela nesse dia
E nessa hora de bênçãos, sem parares;
Não vás, sem longamente a contemplares:
Vida cansada, trémula e sombria!
Já foi nova e floriu entre esplendores:
Talvez em derredor, dos seus amores
Inda haja filhos que lhe queiram bem...
Ama-a, respeita-a, ampara-a na velhice;
Sorri-lhe com bondade e com meiguice:
— Lembre-te, ao vê-la, a tua própria Mãe!
(in Antologia Poética)
quarta-feira, 26 de julho de 2017
O Perdão das Árvores
I.P.
"Damos a vida a quem nos tira a vida:
Mas só nos dói a ingratidão sofrida
De um mal inútil,- feito só por mal !"
sábado, 15 de julho de 2017
sexta-feira, 15 de abril de 2016
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
ANTÓNIO CORRÊA D'OLIVEIRA
O poeta, primeiro Português a ser nomeado para o prémio Nobel (1933), nasceu em S. Pedro do Sul, morreu em Antas, mas viveu em Lisboa onde trabalhou no Diário Ilustrado, como jornalista.
Ilust.33
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