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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

RAPOSO DE OLIVEIRA

D.L.23

D.L.26

D.L.27


"... Raposo de Oliveira, foi um poeta e jornalista que se destacou no panorama jornalístico de Lisboa, onde foi redactor e director de alguns dos mais relevantes jornais portugueses do tempo. ..." (daqui)


G.C.F.34

D.L.34

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

CARLOS AMARO

 

D.L.



"Carlos Amaro de Miranda e Silva (Chamusca, Chamusca, 22 de Agosto de 1879 — Lisboa, 8 de Julho de 1946) poeta, dramaturgo, jornalista e político republicano português.

Fez o curso liceal em Santarém, frequentando seguidamente a Escola de Agronomia de Lisboa, curso que foi forçado a abandonar em 1896, por ter sido preso na cadeia do Limoeiro, com outros estudantes republicanos, por motivos políticos. Mais tarde, vem a matricular-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde conclui o curso em 1907. Foi um dos fundadores do Clube dos Estudantes Republicanos José Falcão, de que foi também presidente. Fundou e colaborou no jornal académico A Pátria, que se publicava em Coimbra.
Posteriormente, fixa-se em Lisboa tomando parte activa na divulgação das ideias republicanas. ...

quinta-feira, 20 de junho de 2024

ANTÓNIO FEIJÓ

 "O Fado tem tal encanto,

Que é diverso em cada hora...

Suspira, guitarra, chora!

Cada hora tem seu pranto..."


D.L.26




"ANTÓNIO FEIJÓ (1859 - 1917)
Diplomata. Um dos maiores poetas do seu tempo.

António Joaquim de Castro Feijó nasceu na vila de Ponte de Lima em 1 de junho de 1859, na rua de Santo António[1]. Era filho de José Agostinho de Castro e Sousa Correia Feijó e de sua mulher D. Joana do Nascimento Malheiro Pereira de Lima e Sampaio.

Depois dos estudos preparatórios em Ponte de Lima e em Braga, em 1877 matriculou-se em Direito na Universidade de Coimbra, formação que concluiu em 1882. Terminado o curso, exerceu temporariamente a advocacia, mas depressa abandonou a profissão, para que não se sentia vocacionado, em favor da carreira diplomática. ... (ler+)

D.L.27

D.L.38

Pálida e Loira

Morreu. Deitada num caixão estreito,

pálida e loira, muito loira e fria,

o seu lábio tristíssimo sorria

como num sonho virginal desfeito.


Lírio que murcha ao despontar do dia,

foi descansar no derradeiro leito,

as mãos de neve erguidas, sobre o peito,

pálida e loira, muito loira e fria.


Tinha a cor da raínha das baladas

e das monjas antigas maceradas

no pequenino esquife em que dormia.


Levou-a a morte em sua garra adunca,

e eu nunca mais pude esquecê-la, nunca!

pálida e loira, muito loira e fria.

                      Líricas e Bucólicas, 1884

sexta-feira, 26 de abril de 2024

VERGÍLIO AMARAL

 




" Virgilio de Sousa Amaral, nasceu em Arcos de Valdevez no dia 26 de Abril de 1894 e faleceu a 19 de Fevereiro de 1952.

Ao longo da sua vida foi pintor, desenhista e poeta. Cursou na Escola Superior das Belas Artes e o Curso de Ciencias Pedagogicas.
Publicou obras como "Do Meu Cantar" em 1927; "Ao Som do Cavaquinho" em 1928; "Esturdia de Ritmos", "Fiando a Minha Roca" em 1933; e "Bagos de Luz" em 1947.
Em 15 de Novembro de 1935 tomou posse do cargo de professor na Escola Comercial em Braga e colaborou em diversos jornais, assim como na Revista Serrana e no Almanaque Arcoense.
Com extraordinaria sensibilidade para o desenho, deixou obras-primas no campo da pintura.
Espero ter ajudado.
Melhores cumprimentos,

Hernani Sottomayor Araujo " (daqui)



quinta-feira, 18 de abril de 2024

JOÃO MARIA LOUREIRO

 

D.L.


" João Maria Loureiro CvA • OA (Ajuda, Lisboa, 8 de Dezembro de 1891 – São Brás de Alportel, 14 de agosto de 1946) foi um militar e poeta português. ..." (ler+)