sábado, 4 de setembro de 2021
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
domingo, 19 de março de 2017
domingo, 19 de junho de 2011
Praça da Figueira
1903
I.P.1905
Quem diria que, precisamente nesse local, onde hoje se ergue a estátua equestre de D. José I, já existiu um Hospital, um mercado e mesmo um parque de estacionamento?... É desse passado que este fado nos fala, recordando particularmente o importante mercado que ali funcionou e onde trabalhou, como vendedeira, Natália dos Anjos, que foi igualmente uma fadista consagrada.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dia de SANTO ANTÓNIO e de FERNANDO ANTÓNIO
1906
I.P.1904
Mas a chama, que a vida em nós criou, / Se ainda há vida ainda não é finda. / O frio morto em cinzas a ocultou: / A mão do vento pode erguê-la ainda.//
Dá o sopro, a aragem - ou desgraça ou ânsia -, / Com que a chama do esforço se remoça, / E outra vez conquistemos a Distância - / Do mar ou outra, mas que seja nossa!
(in Mensagem)
domingo, 27 de março de 2011
PRAÇA DA FIGUEIRA
I.P.
É este o segundo verbete que dedico a este local tão especial da Cidade onde, outrora, existiu o Hospital Real de Todos os Santos e, posteriormente, um dos mais importantes mercados de Lisboa. Foi precisamente nesse Mercado que trabalhou, numa banca de venda de aves, uma das consagradas fadistas - Natália dos Anjos - que dessa sua "pátria pequenina" se despede com este fado que, espero, apreciem tanto como eu.
"E quem passar junto à Praça da Figueira / Há-de sentir uma saudade, uma tristeza / Ao recordar a alegria verdadeira / Que há nos mercados desta terra portuguesa / E nessas noites em que o povo folgazão / Andar nas ruas para os Santos festejar / Talvez lá veja um manjerico ou um balão / Ou talvez oiça a minha voz a soluçar"
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A PRAÇA DA FIGUEIRA
I.P.
Recordar a Praça da Figueira, através das palavras de António Ferro, das ilustrações de Bernardo Marques e dos "clichés" de Salgado.















