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sábado, 25 de janeiro de 2025

JOÃO SARAIVA

 

D.L.38



"... João Baptista Pinto Saraiva nasceu no Porto a 16 de Agosto de 1866 e faleceu na mesma cidade a 25 de Janeiro de 1948. Seguindo uma carreira política, foi deputado pelo Partido Regenerador Liberal, de João Franco, e governador civil em Vila Real, em 1906, e no Porto, entre 1907 e 1908, tendo abandonado a política com a queda do franquismo. Iniciando a sua actividade nas letras no âmbito da imprensa portuense e em seguida da lisboeta, foi director do semanário Folha Literária (1884) e colaborou nas publicações A Folha Nova (1881-88), A Comédia Portuguesa (1888-89), A imprensa (1885-1891), A semana de Lisboa (1893-1895), Brasil-Portugal (1899-1914) e no mensário Atlântida (1915-1920), entre outras.

Destacando-se sobretudo como poeta de tendência neo-romântica, publicou Serenatas (1886), O mar (1888), Primavera (1889), Líricas (1890), Mocidade (1896), Sátiras (1905), sob o pseudónimo de Rivol, Líricas e sátiras(1916), Lenda de Santa Bárbara (1922), Sol-posto (19–) e Sinfaníadas (1938). ..."



D.L.48

sábado, 30 de dezembro de 2023

Natal, um tema ultrapassado

 

D.L.

Jardim

Tu és o meu jardim. Há no teu corpo
as longas alamedas da infância.
E eu inventei, suspenso do teu rosto,
as palavras que vencem a distância.

(Torquato da Luz, in "Lucro Lírico", 1973)


segunda-feira, 27 de abril de 2020

Da "Lenda de Santa Bárbara" à "Lenda dos seios cortados"


D.L.22


D.L.22

João Saraiva "... Foi figura de relevo na poesia portuguesa contemporânea, quer pelo seu lirismo, quer pelo seu espírito satírico, cedo revelando a sua vocação. Em prosa publicou apenas uma evocação do Grémio Literário, de que foi um dos primeiros sócios..." (ler+)

Carlos Amaro (Carlos Amaro de Miranda e Silva - 1879-1946), poeta, dramaturgo, crítico literário e teatral, político e ensaísta, autor da peça infantil em verso S. João Subiu ao Trono (1935), dedicada à filha e ilustrada por Sarah Afonso.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Do Grémio Literário

Ilust.

"...“Já poucos sabem da existência do João Saraiva. Era um funcionário do Parlamento mas, mais do que isso, era um notável poeta satírico e tenho pena que os seus versos se tenham perdido. 
...
Foi figura de relevo na poesia portuguesa contemporânea, quer pelo seu lirismo, quer pelo seu espírito satírico, cedo revelando a sua vocação. Em prosa publicou apenas uma evocação do Grémio Literário, de que foi um dos primeiros sócios. ..." (ler+)