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sábado, 29 de novembro de 2014

Café CHIADO

D.L.

"... Fechado em 1866, o Marrare reviveria em «Os Maias» de Eça de Queirós. No século seguinte, no mesmo número da Rua Garrett, com o digno sucessor café Chiado (1925-1963) considerado o mais belo de Lisboa. ..." (daqui)

sábado, 16 de fevereiro de 2013

CAFÉ LISBOA

D.L.
Inaugurado em 5 de Janeiro de 1937
 
"Em 1882, a Avenida da Liberdade abria as suas portas a elitistas cerimónias, que ao som do piano e do folhear de catálogos em francês assistia ao Bazar Católico, mais tarde Casa Liquidatória. (daqui)
 
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A Tia Leonarda

I.P.
Pelos vistos, uma tasca muito bem frequentada e onde se comia muito bem... 

domingo, 26 de agosto de 2012

Primus inter Bares


                                                                  



sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A VIDA ÍNTIMA DOS CAFÉS

Mais um artigo sobre os Cafés de Lisboa, este da autoria de Reinaldo Ferreira, o Repórter X, http://artistasportugueses.blogspot.com/2009/08/reinaldo-ferreira-reporter-x-1897-1935.html com ilustrações do Stuart Carvalhais, http://tipografos.net/portugal/stuart-carvalhais.html para a Ilustração, 1930, disponibilizado pelo blogue http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/

BOM ANO 2010!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Os Cafés de Lisboa

G.P. 1938

Uma crónica, muito interessante, de Rebelo de Bettencourt, acerca dos cafés de Lisboa e dos seus notáveis frequentadores, nos anos (19)30. Uma vivência de tertúlias que perdurou até aos anos (19)70 e se extinguiu com os novos tempos...

Será o Café «Madrid», a que Bettencourt então dava a sua preferência, o mesmo café a que se refere Manuel da Fonseca, ao lembrar como aconteceu o seu 1º livro?

«E o primeiro livro?»

«-Bem, antes dele eu colaborei um pouco n'O Diabo e noutros sítios. Um dia o meu amigo Paulo Crato levou-me ao Café Madrid, na Rua 1.° de Dezembro, em Lisboa, e estavam lá os primeiros neorealistas, o Mário Dionísio, o Redol, o Jorge Domingos, e também o Piteira Santos. Era o tempo da guerra de Espanha e o Madrid enchia-se de oposicionistas por causa do nome. Na altura eu vendia papéis químicos. Caixeiro-viajante de papéis químicos. Ganhava à comissão: vinte e cinco por cento. Um dinheirão. Mas compravam-me uma folha e eu vendia caixas!»