segunda-feira, 26 de junho de 2017
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
sábado, 29 de novembro de 2014
Café CHIADO
sábado, 31 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
sábado, 17 de agosto de 2013
Cafés de Lisboa
sábado, 16 de fevereiro de 2013
CAFÉ LISBOA
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
A Tia Leonarda
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
LISBOA na história de um "café"...
(in Séc. Ilust. 1943, daqui http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/ )
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
A VIDA ÍNTIMA DOS CAFÉS
Mais um artigo sobre os Cafés de Lisboa, este da autoria de Reinaldo Ferreira, o Repórter X, http://artistasportugueses.blogspot.com/2009/08/reinaldo-ferreira-reporter-x-1897-1935.html com ilustrações do Stuart Carvalhais, http://tipografos.net/portugal/stuart-carvalhais.html para a Ilustração, 1930, disponibilizado pelo blogue http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/
BOM ANO 2010!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Os Cafés de Lisboa
G.P. 1938
Uma crónica, muito interessante, de Rebelo de Bettencourt, acerca dos cafés de Lisboa e dos seus notáveis frequentadores, nos anos (19)30. Uma vivência de tertúlias que perdurou até aos anos (19)70 e se extinguiu com os novos tempos...
Será o Café «Madrid», a que Bettencourt então dava a sua preferência, o mesmo café a que se refere Manuel da Fonseca, ao lembrar como aconteceu o seu 1º livro?
«E o primeiro livro?»
«-Bem, antes dele eu colaborei um pouco n'O Diabo e noutros sítios. Um dia o meu amigo Paulo Crato levou-me ao Café Madrid, na Rua 1.° de Dezembro, em Lisboa, e estavam lá os primeiros neorealistas, o Mário Dionísio, o Redol, o Jorge Domingos, e também o Piteira Santos. Era o tempo da guerra de Espanha e o Madrid enchia-se de oposicionistas por causa do nome. Na altura eu vendia papéis químicos. Caixeiro-viajante de papéis químicos. Ganhava à comissão: vinte e cinco por cento. Um dinheirão. Mas compravam-me uma folha e eu vendia caixas!»

































