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sábado, 20 de junho de 2009

MADRAGOA, qu'é tão boa!...

"Não passes à Madragoa", é o fado, com letra de Frederico de Brito e música de Armandinho, interpretado por Raul Pereira, que escolhi para ouvir durante esta voltinha pela bela Madragoa.
Porém, nesta passagem pelo bairro, não poderia deixar de apontar duas ou três situações que reclamam intervenção urgente, sob pena de as designações de "monumento", "monumento nacional", "edifício histórico"..., deixarem de fazer sentido ou passarem a ter outro...
Começo pelo Largo da Esperança, onde se situa o imponente Chafariz da Esperança, classificado como Monumento Nacional, e o monumento ao Almirante Gago Coutinho, percursor da navegação aérea, o "sábio privativo da Madragoa", que residiu na Rua da Esperança, onde se situa um outro prédio histórico porque foi o local onde se reuniu o último comité revolucionário.
As fotografias falam por si
Se passar pela Madragoa, não deixe de visitar, na Rua da Esperança, o Museu da Marioneta, instalado no que foi o Convento das Bernardas e, se for no próximo dia 28, aproveite para ver, na Junta de Freguesia de Santos-o-Velho, a exposição sobre Fernanda Baptista e assistir ao espectáculo de encerramento, com fados e a Marcha da Madragoa. Promete!...
"Madragoa, Madragoa
Gosto de ti, acredita
A tua gente é tão boa
Não há em toda a Lisboa
Outro bairro tão catita!"