"... Assim é: passava realmente fome. Todos nós o sabíamos. E ele a falar-nos de pintura, de poesia, da dignificação da vida. É justamente nisto que residia a sua grandeza. Não falava da sua fome - de que, feitas bem as contas, veio a morrer. A fome não consta de nenhum epitáfio. ..." (ler+)
" Logo após a Revolução de 25 de Abril de 1974 – 20 de Dezembro de 1974 - , e até ao ano de 1979, a Metalurgia Duarte Ferreira é intervencionada pelas autoridades governamentais portuguesas. Esta gestão administrativa acaba por conduzir a empresa a uma situação muito difícil e o espectro da falência e do desemprego começa a tornar-se uma ameaça para os seus 2300 funcionários, que, então, já empregava. No princípio da década de 1980, procuram-se várias soluções que evitem o seu encerramento, designadamente através da produção de novas viaturas militares, os camiões TT, depois também adaptados a viaturas de bombeiros. Contudo, a realidade económica e financeira da Metalúrgica não deixa de se agravar. No ano de 1984, as greves, manifestações e os salários em atraso são a expressão das dificuldades existentes. Em 1994, os bens da Metalúrgica Duarte Ferreira, entretanto penhorados, são vendidos e, no ano seguinte, ano de 1995, a empresa é, formalmente, extinta. ..." (daqui)
" "Fazer a história da MDF é fazer a história da agricultura e da indústria do país neste século, incluindo de Angola para onde foram muitos equipamentos agrícolas quando era uma colónia", afirma o dinamizador do museu, repetindo uma frase que atribui a Charters de Almeida. ..." (daqui)
"Para qualquer observador atento não passará desapercebido o edifício, que actualmente é a Sede do Partido Socialista no número 2 do Largo do Rato,... " (daqui)
Poema dedicado a João Correia de Oliveira, publicado no livro "Bodas Vermelhas" (1947).
Pedro Homem de Mello, insigne poeta, professor e folclorista assim cantou um Cantador. Essencialmente folclorista, o autor de "Fria Claridade" cantou o povo e, na voz de Amália, nasce, se não a sua obra-prima, de certo o seu mais conhecido poema "Povo que lavas no rio". Mas, hoje, o meu destaque recai na mística "Entrega", vestida por uma inspirada música de Carlos Gonçalves, brilhantemente interpretada pelo cantador Ricardo Ribeiro, acompanhado pela virtuosa guitarra de Pedro Jóia, num ambiente de grandiosidade, a condizer.