quarta-feira, 3 de maio de 2017
O CULTO DA ARTE EM PORTUGAL
segunda-feira, 1 de maio de 2017
O Sol que está chorando!
domingo, 24 de julho de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Ó Lisboa!
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
terça-feira, 14 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Travessa das Vacas
quinta-feira, 24 de abril de 2014
CESÁRIO VERDE
quinta-feira, 17 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
COMPRE PORTUGUÊS!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
FADO DO CAMPO GRANDE
D.P.
Ao evocar o início de carreira de António Vitorino de Almeida, não podia deixar de lembrar esta sua belíssima composição, que tão bem casa com a letra da autoria do magistral Ary dos Santos e que Carlos do Carmo muito bem interpreta, acompanhado pela orquestra regida pelo Mestre.
A minha velha casa / por mais que eu sofra e ande / é sempre um golpe de asa / varrendo um Campo Grande / Aqui no meu país / por mais que a minha ausência doa / é que eu sei que a raiz de mim / está em Lisboa / A minha velha casa / resiste no meu corpo / e arde como brasa / dum corpo nunca morto / A minha velha casa / é o regresso à procura / das origens da ternura / onde o meu ser perdura // Amiga amante amor distante / Lisboa é perto e não bastante / Amor calado amor avante / que faz do tempo apenas um instante / Amor dorido amor magoado / e que me doi no fado / Amor magoado amor sentido / mas jamais cansado / Amor vivido é o amor amado // Um braço é a tristeza / o outro é a saudade / e as minhas mãos abertas / são o chão da liberdade / A casa a que eu pertenço / viagem para a minha infância / é o espaço em que eu venço / o tempo da distância / E volto à velha casa / porque a esperança resiste / a tudo quanto arrasa / um homem que for triste / Lisboa não se cala / e quando fala / é minha chama / meu castelo minha Alfama / minha pátria minha cama // Amiga amante, amor distante / Lisboa é perto e não bastante / Amor calado amor avante / que faz do tempo apenas um instante / Amor dorido amor magoado / e que me doi no fado / Amor magoado amor sentido / mas jamais cansado / Amor vivido é o amor amado // Ai, Lisboa, como eu quero / é por ti que eu desespero



























