Mostrar mensagens com a etiqueta 1955. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1955. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O Sol que está chorando!


GCF55


"CLOTILDE FAVA é filha do escultor Armando Mesquita e de Palmira da Costa Pinto Mesquita. Nasceu em Lisboa em 1941. Com um Curso de Escultura... " (ler+)

"TOMÁS VIEIRA da CRUZ nasceu em Constância, Ribatejo, em 22 de Abril de 1900.

Viveu em Angola a maior parte da sua sua vida. ..." (ler+)

GCF56

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

COMPORTA

D.L.

"...
1975
A Herdade é nacionalizada, sendo devolvida à The Atlantic Company, Ltd. entre 1989 e 1991...

quinta-feira, 24 de abril de 2014

CESÁRIO VERDE


GCF

D.L.

"Nas nossas Ruas, ao anoitecer, 
Há tal soturnidade, há tal melancolia, 
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia 
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer."

domingo, 23 de março de 2014

COMPRE PORTUGUÊS!

D.L.

"...«Sonhos dourados» para os destinos da embarcação – missão de propaganda de Portugal e dos seus produtos, começando por terras do Brasil – que ficaram em «águas de bacalhau». ... (daqui)






quarta-feira, 26 de outubro de 2011

FADO DO CAMPO GRANDE

D.P.

Ao evocar o início de carreira de António Vitorino de Almeida, não podia deixar de lembrar esta sua belíssima composição, que tão bem casa com a letra da autoria do magistral Ary dos Santos e que Carlos do Carmo muito bem interpreta, acompanhado pela orquestra regida pelo Mestre.

A minha velha casa / por mais que eu sofra e ande / é sempre um golpe de asa / varrendo um Campo Grande / Aqui no meu país / por mais que a minha ausência doa / é que eu sei que a raiz de mim / está em Lisboa / A minha velha casa / resiste no meu corpo / e arde como brasa / dum corpo nunca morto / A minha velha casa / é o regresso à procura / das origens da ternura / onde o meu ser perdura // Amiga amante amor distante / Lisboa é perto e não bastante / Amor calado amor avante / que faz do tempo apenas um instante / Amor dorido amor magoado / e que me doi no fado / Amor magoado amor sentido / mas jamais cansado / Amor vivido é o amor amado // Um braço é a tristeza / o outro é a saudade / e as minhas mãos abertas / são o chão da liberdade / A casa a que eu pertenço / viagem para a minha infância / é o espaço em que eu venço / o tempo da distância / E volto à velha casa / porque a esperança resiste / a tudo quanto arrasa / um homem que for triste / Lisboa não se cala / e quando fala / é minha chama / meu castelo minha Alfama / minha pátria minha cama // Amiga amante, amor distante / Lisboa é perto e não bastante / Amor calado amor avante / que faz do tempo apenas um instante / Amor dorido amor magoado / e que me doi no fado / Amor magoado amor sentido / mas jamais cansado / Amor vivido é o amor amado // Ai, Lisboa, como eu quero / é por ti que eu desespero