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domingo, 11 de maio de 2025

AUGUSTO CASIMIRO

 

D.L.


"Augusto Casimiro dos Santos (São Gonçalo, Amarante, 11 de maio de 1889 — Lisboa, 23 de setembro de 1967), mais conhecido por Augusto Casimiro, foi um poeta, memorialista, jornalista e comentarista político português e destacado opositor republicano ao regime político do Estado Novo.[

Fez parte do grupo que fundou a Renascença Portuguesa (1912) e, dez anos mais tarde, do grupo de intelectuais que lançou a revista Seara Nova, que dirigiu entre 1961 e 1967.
...
Ligado aos movimentos de oposição republicana à Ditadura Militar instaurada em 1926, participou na chamada Revolta da Madeira (1931), sendo então demitido do Exército e, entre 1933 e 1936, desterrado em Cabo Verde. Foi reintegrado em 1937, após o que passou à reserva.
..."

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

RUY DO VOUGA - João Pedro da Silva Tavares

 




D.L.


" ... Não há dúvida, no entanto, de que João Pedro da Silva Tavares, mais conhecido pelo seu pseudónimo literário de Ruy do Vouga, deixou uma obra que, apesar do silêncio que a cerca e do esquecimento a que foi votada, merece os louvores da crítica e das letras nacionais. ..." (ler+)

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

ARMANDO FERREIRA

 

D.L.35


1935

1941

1944

" Armando Ferreira (1893-1968)

  Autor de mais de duas dezenas de best-sellers, numa linha que herdou influências dos textos humorísticos sobre o quotidiano lisboeta como os de Gervásio Lobato (1850-1895), de quem evoca o livro mais famoso, Lisboa em Camisa (1890), na sua obra Lisboa Sem Camisa (1934), e André Brun (1881-1926), Armando Ferreira é hoje praticamente um escritor esquecido. Os seus textos leves e o seu humor ligeiro afastam-no, aliás, da obra dos seus contemporâneos ..." (daqui)


D.L.68

sábado, 23 de novembro de 2024

JOÃO AMEAL

 

I.P.


I.P.22

"Historiador, escritor e político, João Francisco de Sande Barbosa de Azevedo e Bourbon Aires de Campos (2.º Visconde e 3.º Conde do Ameal), mais conhecido pelo pseudónimo literário de João Ameal, nasceu a 23 de agosto de 1902, em Coimbra. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, João Ameal consagrou-se como historiador, escritor e político. Nesta última faceta, cedo se revelou como um militante monárquico tradicionalista juntando-se, em 1923, ao chamado "Grupo dos Cinco" que, não seguindo a rutura do Integralismo com D. Manuel II, criou a Ação Realista Portuguesa. ...

A partir da década de 40 dedica-se sobretudo ao ensino universitário, à Literatura e à investigação nos domínios da Filosofia e da História, onde legou obra assinalável. Em 1941 obteve o Prémio Alexandre Herculano pela sua História de Portugal, compilação em que o autor revela a sua conceção da História como ética e arte, ideário posteriormente desenvolvido na ambiciosa História da Europa (1961-1984), em cinco volumes. 

...

No campo especificamente literário, vasto é o legado de João Ameal: O Que os Meus Olhos Viram, A Semana de Lisboa e Balões Venezianos (crónicas, respetivamente 1919, 21 e 23); Em Voz Alta e em Voz Baixa (diálogos, 1920); Olhos Cinzentos e Religião do Espaço (novelas, 1922); Os Notívagos e Eterna Luz (romances, respetivamente 1923, 1927); Aparições (contos, 1932); e, por último, Panorama da Literatura Portuguesa Contemporânea (publicado em Paris, em 1949). ..." (daqui)



D.L.21




D.L.22


I.P.22

D.L.24

D.L.25


D.L.35

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

DIOGO DE MACEDO

 

D.L.35

Ilust.32

"Diogo Cândido de Macedo (Vila Nova de Gaia, 22 de Novembro de 1889 — Lisboa 19 de Fevereiro de 1959) foi um escultor, museólogo e escritor português.

Destaca-se como um dos mais importantes escultores da primeira geração de artistas modernistas portugueses. Para além da criação artística, a sua acção cultural "teve um impacto particularmente decisivo no país, como um dos autores mais prolíferos sobre arte moderna e contemporânea, e enquanto comissário e museólogo, assumindo em 1944 a direcção do Museu Nacional de Arte Contemporânea até ao final da vida". (ler+)

segunda-feira, 11 de novembro de 2024

D. PEDRO V


D.L.

"... Morreu com apenas 24 anos, em 11 de novembro de 1861, devido a febre tifoide (enquanto o povo suspeitava de envenenamento e por isso viria a amotinar-se). A sua morte provocou uma enorme tristeza em todos os quadrantes da sociedade. ...
Teve uma notável preparação moral e intelectual. Estudou ciências naturais e filosofia, dominava bem o francês, alemão, grego e o latim e chegou a estudar inglês. O seu espírito terá sido influenciado pela convivência que teve com Alexandre Herculano, que foi seu educador, junto com Francisco Antonio Martins Bastos.

No dizer dos biógrafos, Pedro V: "com um temperamento observador, grave, desde criança [...] mandou pôr à porta do seu palácio uma caixa verde, cuja chave guardava, para que o seu povo pudesse falar-lhe com franqueza, queixar-se [...] O povo começava a amar a bondade e a justiça de um rei tão triste [...]".
..." (daqui)

segunda-feira, 16 de setembro de 2024