segunda-feira, 26 de julho de 2021

JOÃO AMEAL

 

I.P.


I.P.22

"Historiador, escritor e político, João Francisco de Sande Barbosa de Azevedo e Bourbon Aires de Campos (2.º Visconde e 3.º Conde do Ameal), mais conhecido pelo pseudónimo literário de João Ameal, nasceu a 23 de agosto de 1902, em Coimbra. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, João Ameal consagrou-se como historiador, escritor e político. Nesta última faceta, cedo se revelou como um militante monárquico tradicionalista juntando-se, em 1923, ao chamado "Grupo dos Cinco" que, não seguindo a rutura do Integralismo com D. Manuel II, criou a Ação Realista Portuguesa. ...

A partir da década de 40 dedica-se sobretudo ao ensino universitário, à Literatura e à investigação nos domínios da Filosofia e da História, onde legou obra assinalável. Em 1941 obteve o Prémio Alexandre Herculano pela sua História de Portugal, compilação em que o autor revela a sua conceção da História como ética e arte, ideário posteriormente desenvolvido na ambiciosa História da Europa (1961-1984), em cinco volumes. 

...

No campo especificamente literário, vasto é o legado de João Ameal: O Que os Meus Olhos Viram, A Semana de Lisboa e Balões Venezianos (crónicas, respetivamente 1919, 21 e 23); Em Voz Alta e em Voz Baixa (diálogos, 1920); Olhos Cinzentos e Religião do Espaço (novelas, 1922); Os Notívagos e Eterna Luz (romances, respetivamente 1923, 1927); Aparições (contos, 1932); e, por último, Panorama da Literatura Portuguesa Contemporânea (publicado em Paris, em 1949). ..." (daqui)


D.L.22


I.P.22

D.L.24

sexta-feira, 25 de junho de 2021

MÉTODO CASTILHO


I.P.




"Como antipatizamos com o Acordo Ortográfico (AO90), mas gostamos da discussão em seu redor, e na tentativa de confundir ainda mais educadores e educandos desta era, resolvemos trazer de novo à luz do dia o Método de Leitura de António Feliciano Castilho. ..." (ver+)

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Visconde de VILLA-MOURA, o Isolado

 

D.L.24

(Ler o livro aqui)

"Decadentista convicto, [o Visconde de Vila-Moura] surpreendia-se quando lhe chamavam romântico: Eu fui, algures, apodado de romântico, eu que ousei um dos mais estranhos e difíceis capítulos da vida humana; a loucura sensual na Nova Safo. […]

Maria Peregrina, a Nova Safo do romance, tenta argumentar e defender a sua razão sensual de existir, a sexualidade extravagante que é conflito dolorosíssimo entre o instinto próprio e a mesquinhez alheia, esse conflito que não resulta da acuidade da inteligência, mas de um mistério emocional; fá-lo sobretudo na longa Elegia da Morte que conclui o livro. Maria Peregrina permite-se conceder a si própria o direito a toda a perversão, se perversão é amar a parte bela da matéria. E não se trata de uma atitude onde não caiba Deus: Creio no Deus de todos os cultos, embora aborreça a liturgia que o oculta.
..."  (daqui)



sábado, 1 de maio de 2021

JOSÉ DURO, o "mais esquecido dos esquecidos"

 

I.P.


"...

Estou farto de sofrer, o sofrimento cansa,

E, por maior desgraça e por maior tormento,

Chego a julgar que tenho - estúpida lembrança -

Uma alma de poeta e um pouco de talento!

..." (Ler+)


sexta-feira, 16 de abril de 2021

quinta-feira, 1 de abril de 2021

ARTE URBANA - Alvalade

 




"Romance da Raposa", de Kruella d'Enfer, 2019, à Travessa Henrique Cardoso, em homenagem a Aquilino Ribeiro e à sua obra homónima


Aquilino, que também foi freguês de Alvalade, tendo residido perto dali, na R. António Ferreira 


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"Lisboa Menina e Moça", de Mário Belém, 2021, à Av. Rio de Janeiro, na fachada do prédio da Biblioteca Manoel Chaves Caminha, uma homenagem a Lisboa, ao Fado e a Carlos do Carmo, criador da emblemática canção homónima, e aos seus autores -Ary dos Santos e Paulo de Carvalho 

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No Parque de estacionamento do Mercado de Alvalade,
- homenagem a José Cardoso Pires, de SKRAN, 2018


- homenagem a Nuno Teotónio Pereira, de J. Samina, 2017