quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Em "VERNÁCULO"


A banda do célebre "Cavalos de Corrida" (1980) lança agora (2013) "A Minha Geração" de que faz parte "Vernáculo" (não o podia ser mais, tendo até em conta a etimologia da palavra ...)
Para ouvir com muita atenção


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

PEDRO HOMEM DE MELLO - "ENTREGA"

D.L.
Poema dedicado a João Correia de Oliveira, publicado no livro "Bodas Vermelhas" (1947).
Pedro Homem de Mello, insigne poeta, professor e folclorista assim cantou um Cantador. Essencialmente folclorista, o autor de "Fria Claridade" cantou o povo e, na voz de Amália, nasce, se não a sua obra-prima, de certo o seu mais conhecido poema "Povo que lavas no rio". Mas, hoje, o meu destaque recai na mística "Entrega", vestida por uma inspirada música de Carlos Gonçalves, brilhantemente interpretada pelo cantador Ricardo Ribeiro, acompanhado pela virtuosa guitarra de Pedro Jóia, num ambiente de grandiosidade, a condizer.  

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

ματαιοτη, παντα ματαιοτη!

D.L.

António Nobre sonhava plantar ervilhas e compor alexandrinos... não sei se terá alcançado o seu sonho de plantar ervilhas, mas certo é que plantou belos sonetos como este

"Vaidade, Tudo Vaidade!"

Vaidade, meu amor, tudo vaidade! 
Ouve: quando eu, um dia, for alguém, 
Tuas amigas ter-te-ão amizade, 
(Se isso é amizade) mais do que, hoje, têm. 

Vaidade é o luxo, a glória, a caridade, 
Tudo vaidade! E, se pensares bem, 
Verás, perdoa-me esta crueldade, 
Que é uma vaidade o amor de tua mãe... 

Vaidade! Um dia, foi-se-me a Fortuna 
E eu vi-me só no mar com minha escuna, 
E ninguém me valeu na tempestade! 

Hoje, já voltam com seu ar composto, 
Mas eu, vê lá! eu volto-lhes o rosto... 
E isto em mim não será uma vaidade? 

(António Nobre, in "Só")

D.L.50

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

TORRE DE BELÉM

Ilust.33


...
"Sentinela vigilante
Teu nome, no mundo inteiro
Recorda o tempo distante
De Portugal marinheiro

Foi de Belém que partiram
Quando o mar era um mistério
Essas naus que descobriram
As terras do nosso Império"

Velha Torre de Belém
Padrão de estilo invulgar
Onde Portugal contém
Toda a história de além-mar"

Uma letra do grande poeta popular Gabriel de Oliveira, interpretada por Carlos Ramos numa música de Alfredo Duarte (marceneiro)