sexta-feira, 26 de abril de 2019

Nesta casa...

... com o nº 23, na Praça da Alegria, faleceu o notável médico e cientista Bernardino António Gomes, o primeiro dermatologista português



Em frente, o Jardim Alfredo Keil

e, em volta do mesmo, o recém inaugurado "passeio da fama"



quinta-feira, 25 de abril de 2019

CRAVOS

OSec.Com.18



E, agora, uma história:

"... Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds)...
No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo, no âmbito do exercício "Dawn Patrol". Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...
Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO...
Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa... A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!
Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Magestade..." (daqui)

E esta, hem ?!...

terça-feira, 23 de abril de 2019

Motivos de Lisboa


Hotel Botânico - um belo painel de azulejos da Fábrica de Sacavém, de 1966, assinado J. Ribeiro.
   (Cuidado com os vandalozecos!)

sábado, 20 de abril de 2019

Homenagem a MALHOA

Ilust.34

D.L.34

                                      Como se constata, o prédio com o nº  8 

                                       da

                                 sofreu obras e a lápide deve ter ido com o entulho... Ou talvez não, quem  sabe, 
                              voltará a ser reposta mais dia menos dia... Esperemos que sim, por todas as razões                                 e mais uma - assim, aquele prédio, é apenas mais um em Lisboa, sem a história a                                 que tem direito e que todos nós temos também o direito de saber: -olha, que                                           interessante, o José Malhoa morou aqui! - Malhoa, o d' O Fado?! - Claro, esse                                      mesmo; pois qual houvera de ser?!...


domingo, 14 de abril de 2019

(Campanha) Lis Boooooa!


Ontem consegui finalmente fotografar esta situação, que já presenciei várias vezes, e que me escuso de comentar... As imagens falam por si!




Cá está! 
Não é "Lisboa na Boa"
É mais 
Lisboa na Má

sábado, 13 de abril de 2019

ALBERTO DE SOUSA COSTA

I.P.

"Alberto de Sousa Costa (Vila Pouca de Aguiar, 10 de Maio de 1879 — Porto, 11 de Janeiro de 1961) foi um escritor português. Foi casado com a escritora e feminista Emília de Sousa Costa. ..." (ler+)


terça-feira, 9 de abril de 2019

Há 100 anos - A CRUZADA DOS POVOS

ACap.

"A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras..." (ler+

domingo, 24 de março de 2019

O LIVRO DA D. ANTÓNIA


ACap.

O autor do texto, "Armando da Silva Ferreira (Lisboa, 25 de Novembro de 1893 — 3 de Dezembro de 1968) foi um engenheiro, jornalista e escritor português. ..." (ler+)

"O Mundo Gay de António Botto procura resgatar e dignificar a memória de Botto em face da sua reputação histórico-literária estabelecida como um «poeta menor»,..." (ler+)

quarta-feira, 20 de março de 2019

D. JOÃO DE CASTRO - "Os malditos" e "Os Nefelibatas"


B.eN.1896

ACap.1913

"D. João de Vasconcelos Sousa Castro e Melo nasceu em Azurara, na Casa de Sant'Ana, em 6/8/1871 e foi baptisado 13 dias depois na Matriz local.

Era filho de Francisco de Vasconcelos Sousa Castro e Melo e de s.m. D. Augusta Adelaide da Costa Rebelo; ..." (ler+)

quarta-feira, 13 de março de 2019

"Subida à Glória"


ACap.25

"Recuperando uma tradição que data de 1913, Lisboa recebe, a 22 de setembro, o mítico evento “Subida à Glória” que conta pelo terceiro ano com o apoio dos Jogos Santa Casa como patrocinador principal. ..." (ler+)



segunda-feira, 4 de março de 2019

Campanha Lis Boooooa!



2019

2016

Talvez vá sendo tempo de se fazer outro vídeo de sensibilização; parece que o de 2016 não sensibilizou muito... Pois não?!




Mais uma chamada de atenção não seria demais, mas creio que a intervenção da Polícia sensibilizaria muito melhor... :)  E é urgente que alguma coisa se faça! Já não bastava o estacionamento de carros em tudo quanto é sítio, o súbito acréscimo de motorizadas, bicicletas e trotinetes veio gerar mais um problema numa cidade onde, presentemente, já nem nos passeios os peões andam em segurança, visto que nesses mesmos passeios circulam, a velocidades razoáveis, bicicletas, trotinetas e outros patins eléctricos motorizados que deviam circular na estrada ou nas vias próprias, as ciclovias. De facto, a utilização destes veículos de recreio, que indevidamente circulam nos passeios, veio criar um perigo acrescido aos peões, muitos deles idosos, outros deficientes... Pode até ser um bom negócio, mas é também um atentado ao sossego e à segurança dos que necessitam ou optam por andar a pé e daqueles que têm mobilidade reduzida. Isto é como tudo. Estes brinquedos são muito interessantes e até de alguma utilidade, mas, antes de os colocar à disposição de qualquer um, há que educar primeiro os utilizadores, quando, pelas provas dadas com o estacionamento, por exemplo, já se sabe que, quanto a civismo, não estaremos no primeiro rang!...

Isto escrevi eu há uns tempos, e por aqui ficou nos rascunhos, até que, há pouco tempo, no SOL, se chamava a atenção da CML para o caos criado em Lisboa pela chusma de trotinetas que invadiu a cidade.


Mais recentemente, dei-me conta de uma campanha promovida pela CML e por outras entidades, com o apoio da A.N.S.R., a decorrer entre 27 de Fevereiro e 20 de Março do corrente, com o objectivo de "mobilizar os cidadãos para uma boa utilização do espaço público, independentemente das opções de mobilidade de cada um." É, quando muito, uma campanha de boa vontade, que alerta, mas que poucos resultados alcançará... Veremos. Quanto a mim, essa campanha deveria ser muito mais musculada (como ora sói dizer-se), ou seja, deveria ser feita com as autoridades competentes na rua a avisarem, primeiro, e, depois, a multarem, mesmo! Acham que os infractores vão ligar alguma a isto, ou seja, que vão corrigir os seus comportamentos por causa de uns bonecos engraçados?


Diz-me a experiência que não! Aliás, esta campanha apenas faria sentido antes. Sim, antes de se lançar a moda das bicicletas, trotinetas e afins que são utilizadas por muitos que, ou nem sequer conhecem o Código da Estrada ou o conhecem mal, e julgam que as bicicletas e afins podem circular em cima do passeio... 
Enfim, espero bem que esta campanha alcance os seus objectivos e que os peões consigam de novo circular, sem sobressaltos, nos passeios. No entanto, sempre me pareceria mais proveitoso que se fizesse esta campanha, sim, mas, repito, apoiada por uma intervenção da polícia, no terreno. Seria, por certo, muito mais convincente 😊

A propósito da segurança dos peões e das ciclovias, talvez fosse também proveitoso rever-se o traçado das ciclovias na Cidade. É que há coisas que não dá para acreditar! por exemplo, haver paragens de autocarros que ficam paredes-meias com ciclovias... Como esta


ali na Fontes Pereira de Melo, frente ao Registo Civil, em que, para subir ou descer do autocarro, as pessoas têm que ocupar a ciclovia e, embora haja uma "passadeira", é claro que o perigo permanece. 



Aliás, a ser bom este modelo, deveria até haver duas passadeiras, uma para cada uma das portas do autocarro, isto é, uma para os que entram, outra para os que saem... Agora assim?! A "passadeira" serve as pessoas que vão entrar no autocarro, mas os passageiros que vão sair do mesmo autocarro,  são literalmente despejados na ciclovia, venha lá bicicleta ou não venha, que pode ou não ter tempo de travar antes de parar em cima de quem ia apenas a sair do autocarro e que não se deu conta de que ali não há passeio e a saída se faz directamente na ciclovia...
Com esta e outras situações como esta, patentes em toda a cidade, seria aconselhável rever a rede de ciclovias e emendar as ratoeiras com que diariamente os peões se deparam e que constituem um factor de risco acrescido para quem anda a boots...

Agora, que o aumento exponencial de bicicletas em Lisboa tenha contribuído para a diminuição dos índices de poluição!... Essa é boa! Por acaso verificaram se, naquele mesmo cruzamento, houve um substancial decréscimo dos automóveis ou, no mínimo, se houve um decréscimo de automóveis face ao encontrado acréscimo de bicicletas? É que só assim se poderá falar de menos emissões, melhor ambiente e qualidade do ar, digo eu... 
Um aumento significativo da utilização de bicicletas na cidade, só por si, não indicia uma menor utilização de automóveis e de veículos motorizados, logo, de uma diminuição da poluição. A grande conclusão a tirar da verificação feita naquele cruzamento, ao Saldanha, é a de que, efectivamente, o negócio da Gira, gira mesmo MuitoBem!